terça-feira, 20 de novembro de 2007

SPAM - O que é?

É difícil encontrar quem se utilize do correio eletrônico hoje em dia que já não tenha ouvido falar em spam, ou pior ainda, não seja uma de suas vítimas diárias. Se você é um dos felizardos que nunca foi apresentado ao spam, saiba que este é o termo pelo qual é comumente conhecido o envio, a uma grande quantidade de pessoas de uma vez, de mensagens eletrônicas, geralmente com cunho publicitário, mas não exclusivamente. O spam também é conhecido pela sigla inglesa UCE (Unsolicited Commercial Email, ou Mensagem Comercial Não-Solicitada).
Em plena era de Internet comercial, o spam é uma das principais perturbações para internautas, administradores de redes e provedores, de tal forma que o abuso desta prática já se tornou um problema de segurança de sistemas. Além disso, é também um problema financeiro, pois vem trazendo perdas econômicas para uma boa parte dos internautas e lucro para um pequeno e obscuro grupo.

Mas originalmente, SPAM foi o nome dado a uma marca de presunto picante (SPiced hAM, em inglês, de onde surgiu a sigla) enlatado da Hormel Foods, uma empresa norte-americana que vende o produto desde 1937. E como o nome de uma comida enlatada se tornou sinônimo de uma das piores pragas da Internet? A resposta é, curiosamente, o grupo de comediantes britânicos Monty Python.

Em um quadro de seu programa de TV na década de 70, eles encenaram uma cena surreal em um restaurante que servia todos os seus pratos com SPAM. A garçonete descreve para um casal de clientes os pratos repetindo a palavra "spam" para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete "spam" várias vezes, um grupo de vikings que está em outra mesa começa a cantar "Spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, lovely spam! Wonderful spam!", interrompendo-a.

Por isso, alguns usuários dos MUDs (multi-user dungeon, um antigo ambiente compartilhado usado para bate-papo virtual) começaram a fazer o paralelo entre a irritante e repetitiva música "spam" e as mensagens repetitivas e irritantes de alguns usuários que anunciavam produtos ou idéias. Existem também relatos de usuários usando scripts que digitavam "...spam, spam..." automaticamente nas salas de bate-papo, em 1985. Em pouco tempo, os usuários da Usenet, maior sistema de grupos de notícias e listas de discussão online, adotaram o termo. O primeiro spam via e-mail documentado foi enviado em 3 de maio de 1978, há 25 anos. Já o uso do termo spam na Usenet completou 10 anos em março de 2003.

Direitos autorais

Os direitos autorais lidam basicamente com a imaterialidade, principal característica da propriedade intelectual. Estão presentes nas produções artísticas, culturais, científicas etc.
Com o aparecimento dos tipos móveis, atribuído a Gutenberg, em meados do século XV, a forma escrita fixa-se e as idéias finalmente atingem uma escala industrial. Só a partir daí aparece o problema dos direitos autorais, a proteção e a remuneração dos autores. O copyright começa a ser reconhecido na Inglaterra através do Copyright Act de 1790, que protegia as cópias impressas por 21 anos, contados a partir da impressão. Obras não-impressas eram protegidas por apenas quatorze anos.
Em 1662 existia o Licensing Act que proibia a impressão de qualquer obra que não estivesse registrada. Era uma forma de censura, já que só se licenciavam livros que não ofendessem o licenciador.
No Brasil, o direito autoral foi regulado até recentemente pela Lei 5988 de 14 de dezembro de 1993. A partir de 19 de junho de 1998 entrou em vigor a Lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998, a nova lei dos direitos autorais.
A difusão cada vez maior das obras intelectuais através dos meios de comunicação gerou a necessidade de proteger o direito autoral pelo mundo, com contratos internacionais nos quais se procura dar aos autores e editores dos países assinantes a mesma proteção legal que têm em seu próprio país. O Brasil assinou os seguintes tratados:
1. Convenção de Berna (9.9.1886)2. Convenção Universal (24.7.1971)3. Convenção de Roma (26.10.1961)4. Convenção de Genebra (29.10.1971) (fonogramas)5. Acordo sobre aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (vários artigos tratam do direito autoral, inclusive da proteção de programas de computadores).
O direito autoral se caracteriza por dois aspectos:
1. O moral - que garante ao criador o direito de ter seu nome impresso na divulgação de sua obra e o respeito à integridade desta, além de lhe garantir os direitos de modificá-la, ou mesmo impedir sua circulação.
2. O patrimonial - que regula as relações jurídicas da utilização econômica das obras intelectuais.
Fundamentos básicos sobre o direito autoral:
I. Idéias - As idéias em si não são protegidas, mas sim suas formas de expressão, de qualquer modo ou maneira exteriorizadas num suporte material.
II. Valor intrínseco - A qualidade intelectual de uma obra não constitui critério atributivo de titularidade, isto é, a proteção é dada a uma obra ou criação, independentemente de seus méritos literários, artísticos, científicos ou culturais.
III. Originalidade - O que se protege não é a novidade contida na obra, mas tão-somente a originalidade de sua forma de expressão. Dois autores de química, por exemplo, podem chegar, em seus respectivos livros, aos mesmos resultados e conclusões. O texto de cada um deles, porém, é que está protegido contra eventuais cópias, reproduções ou quaisquer utilizações não-autorizadas.
IV. Territorialidade - A proteção dos direitos autorais é territorial, independentemente da nacionalidade original dos titulares, estendendo-se através de tratados e convenções de reciprocidade internacional. Daí ser recomendável, nos contratos de cessão ou licença de uso, que se explicitem os territórios negociados.
V. Prazos - Os prazos de proteção diferem de acordo com a categoria da obra, por exemplo, livros, artes plásticas, obras cinematográficas ou audiovisuais etc.
VI. Autorizações - Sem a prévia e expressa autorização do titular, qualquer utilização de sua obra é ilegal.
VII. Limitações - São dispensáveis as prévias autorizações dos titulares, em determinadas circunstâncias.
VIII. Titularidade - A simples menção de autoria, independentemente de registro, identifica sua titularidade.
IX. Independência - As diversas formas de utilização da obra intelectual são independentes entre si (livro, adaptação audiovisual ou outra), recomendando-se, pois, a expressa menção dos usos autorizados ou licenciados, nos respectivos contratos.
X. Suporte físico - A simples aquisição do suporte físico ou exemplar contendo uma obra protegida não transmite ao adquirente nenhum dos direitos autorais da mesma.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651998000200011

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Marketing em Sites de Busca e suas falhas

Conforme falado em sala de aula e artigos enviados pelo professor Joaquim, gostaríamos de explicar um pouco mais sobre MARKETING EM SITES DE BUSCA.
Marketing em sites de busca é conhecido internacionalmente como SEM (search engine marketing) e engloba ações de Otimização ou SEO (search engine optimization) e ações de Links Patrocinados ou PPC (pago por clique).

Esta forma de marketing é muito eficiente, pois não é empurrada ao consumidor. Ou seja, o consumidor busca pelo seu produto ou serviço na internet.

A mídia na Internet é muito mais barata que as mídias comuns e muito eficaz.

Mas quais erros devem ser evitados?

Fizemos uma lista das 10 falhas que podem ocultar seu site dos buscadores:

1 –
Introdução
Criação de página de entrada antes da HomePage;
2 –
Flash
Áreas de conteúdo e menu criados em Flash;
3 – Desenho
layout em frames, efeitos de transição e inserção de imagens sem inclusão de textos explicativos, abuso de cores variadas e extravagantes;
4 – Navegação
Informações ocultas ou mal posicionadas, links não respeitam uma lógica definida;
5 – Conteúdo
Sucinto e sem derivações a respeito de cada tópico;
6 – Foco
Site sem foco na necessidade do visitante;
7 – Contato
Sem telefone e e-mail ou difícil de serem encontrados. Formulários extensos e requisitando muitas informações;
8 – Atualização
Informações antigas e “pobres” em conteúdo de acordo com palavras-chaves sintonizadas com o negócio da empresa;
9 – Call to Action
Páginas sem estímulo para o visitante. Não desperta o interesse em continuar navegando e/ou entrar em contato com a empresa;
10 – Divulgação
Ausência de promoção nos sites de buscas.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Aquecimento global pode levar ao fim da globalização!!!

Gente,

Abaixo uma nota que li hoje sobre uma das consequências do aquecimento global e ela interfere diretamente na globalização!! Me fez pensar... Imaginem se toda essa realidade de mercado, evolução da internet e outras coisas mais que nos preocupamos em aprender, vierem por "água abaixo" num futuro não muito distante?!?!!! Achei um tanto quanto assustador... E cabe a nossa geração e as seguintes fazer alguma coisa a respeito!!!

Evolution... to a better place pleeeease!!!

bjos,


Aquecimento global pode levar ao fim da globalizaçao, diz estudo 10:17
A escassez de recursos em consequência das mudanças climaticas pode ditar os termos das relaçoes internacionais nas proximas decadas, diz um estudo divulgado ontem pela Universidade George Washington. Indica que a globalizaçao pode acabar antes de 2040 por conta do isolamento dos países para poupar recursos e também em funçao do surgimento de conflitos envolvendo deslocamento de refugiados e elevaçao dos mares. Noticia da Reuters.

link: http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&id=80348

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Apple limita a compra de iPhones a dois aparelhos por pessoa

Para evitar o tráfico ilegal do aparelho e preservar suas reservas para o Natal, a Apple não apenas limitará as vendas de seu popular iPhone a dois por pessoas, como também não deixará que os clientes paguem em dinheiro; somente em cartão de crédito (para que as compras possam ser rastreadas). Segundo informações fornecedias pela própria emopresa na semana passada, 25% dos 1,4 milhão de iPhones que foram vendidos nos primeiros três meses após seu lançamento em junho, foram desbloqueados e podem ser usados com qualquer chip.
Mesmo com um acordo de exclusividade com a telefônica AT&T nos Estados Unidos para o iPhone, os hackers geraram um mercado para o desbloqueio do aparelho, especialmente na Europa e na Ásia, onde ainda não está à venda. Os programas piratas permitem que o telefone seja usado com qualquer companhia fora dos Estados Unidos.
Dezenas de iPhones desbloqueados estão à venda no site de leilões eBay, a US$ 500 ou US$ 600. Apple estima que venderá 10 milhões de iPhones até o fim de 2008.

Publicidadeda France Presse, em Nova York

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u340653.shtml

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Como colocar a sua marca no mapa da Internet - o uso de SEO e SEM”

Marketing.Com.Br entrevista André Zimmermann, diretor de operações da Media Contacts Brasil
André Zimmermann debateu o tema “Como colocar a sua marca no mapa da Internet - o uso de SEO e SEM”no evento Web 2.0 Brasil


Por Suzana Pedrinho, editora do Portal Marketing.Com.Br Publicada em 13 de setembro de 2007 às 16h28 - alterado em 20 de setembro

Marketing.Com.BrQual a importância do Search Engine Marketing? Como ele (SEM) pode ser um fator diferencial de uma campanha online?
André Zimmermann: Os buscadores são, hoje em dia, a principal fonte de pesquisa dos consumidores para encontrar informações sobre empresas, produtos e serviços. Se um usuário busca por uma marca em um buscador e não a encontra, a imagem que essa marca tem para este usuário piora significativamente.
Segundo uma pesquisa realizada pela Overture nos Estados Unidos, 90% dos consumidores que vêem um anúncio na televisão e querem saber mais sobre o produto ou serviço anunciado, buscam essa informação nos buscadores. O mesmo acontece com 87% dos consumidores que vêem um anúncio de mídia impressa e querem conhecer mais sobre o produto/serviço anunciado.
Os buscadores representam, portanto, o momento final do processo de tomada de decisão dos consumidores, quando estes pretendem adquirir um produto ou serviço. A presença otimizada em buscadores, nos termos (palavras-chave) diretamente relacionados ao produto ou serviço oferecidos por uma empresa, dão a essa empresa uma grande vantagem competitiva em relação a seus concorrentes e pode fechar o ciclo da comunicação da maneira mais efetiva possível: com a conversão deste potencial consumidor em um cliente.

Marketing.Com. acompanhar os resultados do SEM?
André Zimmermann: Existe uma diferença na forma de medição das ações de Links Patrocinados e de SEO (Search Engine Optimization). As ações de Links Patrocinados podem ser trackeadas do início ao fim, utilizando sistemas avançados de medição, que permitem identificar que palavra, em que buscador gerou a conversão final no site do anunciante. Essa conversão pode ser desde uma simples visita à página web do cliente, até a geração de registros ou vendas no site. Numa campanha de Links Patrocinados é fundamental determinar antecipadamente os objetivos (volume de tráfego, qualidade de tráfego, cadastros, vendas etc) para identificar os indicadores corretos de medição e otimizar as campanhas em função destes indicadores (CPC – Cost Per Click, CPA – Cost Per Action , ROI – Return of Investment etc). Já as ações de SEO têm como objetivo principal melhorar o posicionamento do site do anunciante nos resultados orgânicos (não pagos) dos buscadores. Sendo assim, os principais indicadores de sucesso da campanha são a evolução do posicionamento das palavras-chave selecionadas para o projeto e, principalmente, o incremento do tráfego gerado no site pelos resultados orgânicos em buscadores. Essa última medição pode ser feita pelos sistemas de medição padrão dos sites ou por ferramentas de webanalytics.

Marketing.Com.BrComo integrar ações de SEM e SEO com campanhas offline e online (baseadas em banners e "rich media")?
André Zimmermann: O mais importante para integrar ações de SEM (SEO e Links Patrocinados) com campanhas offline e campanhas online de display é entender que o consumidor é o mesmo e que os impactos que recebe influenciam seu comportamento. Uma conversão gerada através de um buscador muito provavelmente veio influenciada pelo impacto recebido pelo usuário numa campanha de mídia offline ou em ações de display online. O que é preciso fazer, portanto, é medir essa influência e entender qual o caminho que o usuário fez até chegar à conversão para retro alimentar o planejamento. Dessa maneira, podemos ter um cenário onde otimizamos os resultados de conversão nos buscadores, mexendo no planejamento das ações offline e online de display.

Marketing.Com.BrAtualmente quais são os números que movem este mercado?
André Zimmermann: Atualmente temos aproximadamente 80% dos usuários ativos de Internet usando os mecanismos de busca no Brasil. Infelizmente não temos ainda uma fonte fidedigna que meça o investimento em publicidade online no Brasil e que possa identificar a parcela que se dedica aos buscadores. O que se estima é que o investimento em buscadores represente algo em torno de 16% do total de investimento publicitário online, o que ainda está bem longe dos 45% a 50% de mercados mais maduros como Estados Unidos, Reino Unido e Espanha.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Especial Dia das Crianças

A Livraria Saraiva está com um ação especial em seu site para o Dia das Crianças.
Essa ação utiliza linguagens infantis e é bem colorida, chamando a atenção das crianças, porém é voltada para o público adulto, os compradores.
Além de promoções focando a redução dos preços, as compras efetuadas com cartões VISA ganham um brinde.
É uma boa ação de marketing eletrônico, pois o público-alvo tem a opção de comprar pela internet, gerando muito mais conforto e praticidade.

Segue link analisado: http://www.livrariasaraiva.com.br/promo/crianca2007.htm?ID=C90677F77D70A0F0F08210653&PAC_ID=20940

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Tendência

Publicidade no celular ganha força
MMA prevê que investimentos em publicidade no celular atinjam US$ 4 bilhões em 2008
Com 110 milhões de usuários e um índice de penetração de 90% nas classes A e B, a transformação do celular como uma das principais mídias do processo de convergência ocupa cada vez mais espaço no plano de negócios de operadoras, agências e anunciantes. Empresas como UOL, Vivo e Yahoo anunciaram investimentos recentes nesse segmento. A expectativa da Associação de Marketing Móvel no Brasil (AMMB) é que o processo esteja amadurecido em três ou quatro anos. Nos EUA, a Mobile Marketing Association (MMA) prevê que os investimentos em publicidade no celular atinjam US$ 4 bilhões em 2008. A exemplo da internet, que inicalmente provocou perdas na mídia impressa, o celular deverá reduzir receitas das TVs.


Celular radicaliza mudanças no mercado DivulgaçãoCelular como mídia deve movimentar US$ 4 bilhões em 2008 nos EUA

por Welliton Moraes

Aconsolidação do celular como mídia deverá promover mudanças radicais no modelo de negócios do mercado de comunicação, principalmente o publicitário. Estima-se que em três ou quatro anos, os investimentos paraampliar as ferramentas do celular nesse novo modelo de negócios poderão provocar mudanças similares às ocorridas no início da internet. As previsões foram feitas por especialistas que participaram do seminárioNovas Mídias & Interatividade, organizado pelo International Quality & Productivity Center (IQPC). A participação do celular no mercado publicitário brasileiro ainda é minúscula, mas nos Estados Unidos esse segmento deverá atingir US$ 4 bilhões em 2008, segundo dados do Mobile Marketing Association (MMA). Entre os fatores que devem contribuir para essa reestruturação do mercado estão o crescimento acentuado da base de celulares no Brasil que soma mais de 110 milhões de usuários e que cresce a uma média anual de 40%, segundo informou o diretor da Associação de Marketing Móvel do Brasil (AMMB), Fabrício Bloisi. Bloisi listou as características que justificariam a transformação do celular em uma das mídias mais poderosas do mercado no curto prazo. "É uma plataformaportátil que possibilita acesso à internet, ouvir rádio, assistir à TV, falar e enviar dados em qualquer lugar que o consumidor esteja e a qualquer hora", comentou. Ele lembrou que no Brasil a inserção do celular atinge 57% da população. Por segmento social, essa inserção éainda maior. Cresce para 90% na classe A, para 90% na B, para 70% na C e cai para 40% nas classes D e E. "Até 2010, esse mercado estará bem amadurecido e deverá ser o principal meio de acesso à internet",previu. Bloisi comentou também que o mercado brasileiro ainda está na fase de fazer campanhas publicitárias usando principalmente o SMS, mas os meios são diversos e precisam ser entendidos para serem explorados comeficácia. "Do total de usuários brasileiros, perto de 60 milhões utilizam o SMS", calcula. O executivo explica que a cadeia de valor das mídias móveis está mais complexa, indo além das operadoras e fabricantesde aparelhos. "Os produtores, agregadores e integradores de conteúdo, além das agências de publicidade e outras empresas, ganham cada vez maisespaço nessa cadeia", disse. Bloisi também ressalta que os usuários de celular são seletivos e, para que as ações os atinjam de forma eficiente, é preciso que sejam relevantes, claras, tenham uma relação decusto/benefício atraente. Dessa forma, acrescenta o executivo, a participação do celular como mídia, que hoje gira em torno de 8% dareceita das operadoras, pode chegar a 30%. Uma barreira ainda a ser superada pelas operadoras é conseguir a anuência do consumidor para receber publicidade em seu celular. Bloisi informou que, segundo dados de mercado, os índices de aceitação são ainda mais altos quando o cliente recebe em troca serviços gratuitos.O diretor de desenvolvimento de negócios de multimídia da Ericsson, Rodrigo de Santi, lembrou que a mídia impressa foi a que registrou as maiores perdas de receita, quando a internet definiu, com mais solidez,o seu modelo de negócios. "A próxima mídia que deve observar baixas no seu faturamento é a TV", analisa o executivo, para quem a tendência é que nenhum meio de comunicação domine mais a atenção do consumidor atual,que ao mesmo tempo assiste à TV, fala ao celular ou acessa o e-mail.Segundo ele, a valoração das novas mídias está diretamente relacionada aos sentidos que conseguem atingir. "Trabalha-se com muitas experiências. Quanto mais sentidos forem experimentados, maior será o valor percebido", explicou. Ele aposta que as empresas que investirem no que ele chama de três telas - TV, computador e celular - estarão mais inclinadas aoêxito mercadológico.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Anunciantes topariam pagar mais por comercial em TV digital

Eliane Pereira

Possibilidades que se abrem com a digitalização da TV aberta não estão claras, mas marcas estariam dipostas a investir na novidade para marcar posição de pioneirismo e inovação As novas possibilidades que se abrem com a digitalização do sinal da TV aberta foram um dos focos do debate do painel Novos Tempos e Novos Desafios - A Eficácia da Mídia em Mutação, que reuniu no início desta tarde os diretores gerais da Rede Globo, Octavio Florisbal e do portal Terra, Fernando Madeira; os presidentes executivos dos grupos Abril, Giancarlo Civita, e CBM, Daniel Barbará; e o vice-presidente executivo da RBS, Pedro Parente. A verdade é que ninguém sabe ao certo qual modelo de negócios vai se estabelecer com a digitalização do sinal. Octavio Florisbal aposta na diversificação da audiência, graças à recepção do sinal por dispositivos móveis (como celulares) e portáteis (como minitelevisores que podem ser transportados para qualquer lugar). "Só no Japão já foram vendidos cerca de 12 milhões desses aparelhos", conta o executivo da Globo, ao ponderar que será preciso criar novos formatos comerciais para atingir esse telespectador que vai assistir televisão fora de casa. Florisbal acredita numa revitalização do hábito de assistir televisão a partir da melhora da recepção do sinal de TV. Ele lembra que 90% dos brasileiros capta a TV aberta pelo ar e, em muitas localidades, essa recepção é falha. "Se a pessoa puder comprar uma caixa conversora por R$ 300 e, assim, conseguir captar um sinal de qualidade, isso vai oxigenar o hábito de ver TV junto à massa da população", diz Florisbal. "Nosso grande desafio é que temos que fazer um investimento alto na digitalização, antes mesmo de saber como se dará o retorno desse investimento", analisa Parente, da RBS, que também aposta no crescimento da audiência como forma de conquistar novas verbas. Além dos equipamentos de transmissão, as redes terão que aplicar recursos na melhoria dos padrões de produção, visto que a imagem em alta definição torna nítidos todos os detalhes de cenário, figurino e atores. E ainda assim a imagem em alta definição será, pelo menos no início, um privilégio para muito poucos, levando-se em conta os preços dos televisores aptos a reproduzi-la. Mesmo assim, na opinião de Luiz Fernando Vieira, responsável pela área de mídia da Africa, os grandes anunciantes estariam interessados em investir nessas novas tecnologias, para atingir o público de maneira mais inteligente. "Os clientes topariam pagar mais para agregar uma imagem de pioneirismo e inovação para suas marcas", concordou Paulo César Queiroz, da DM9DDB, presente na platéia.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Blog na prática - Editora Trip

Semana passada recebi um comunicado interno via e-mail divulgando o Blog da Trip. Achei muito bacana a introdução feita no e-mail pelos diretores aqui da editora, mostrando toda parte da evolução da nossa comunicação interna e a importância que ela tem no dia-a-dia da empresa. Acho que pela primeira vez senti na prática a importância do Blog como uma ferramenta de negócios.
Abaixo o texto para conhecimento.


"Caros,

A Trip cresceu, e a quantidade de informação circulando também. São 14 revistas, dois sites, um programa de rádio e um grupo grande e heterogêneo de colaboradores. Por isso, desde o ano passado, estamos investindo, entre outras coisas, em melhorar a nossa comunicação interna e o fluxo da informação entre nós. O mural de notícias, o quadro do elevador, os almoços de integração, o clipping de imprensa digital, os pequenos eventos reunindo toda a equipe, como o mais recente no MAM, são algumas maneiras que encontramos para melhorar o acesso de todos às informações sobre a Trip e o mundo em que estamos inseridos.
De uns anos para cá, a comunicação interna se tornou estratégica para o sucesso da relação das marcas, das empresas com seus colaboradores, a nosso ver, o público mais precioso. A clareza da informação disponibilizada demonstra o respeito pela equipe. E uma equipe bem informada se identifica e defende melhor os valores, as crenças e significados da marca e gera a permanente evolução da qualidade do trabalho da empresa. Pensando nisso, temos mais uma novidade, estamos disponibilizando, a partir de hoje, um novo canal de comunicação para todos nós, o Blog da Trip (
http://blogdatrip.blogspot.com).

Espero que vocês gostem!

Abs,

Paulo Lima, Califa e Fernando Luna"

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Blog como ferramenta de Marketing


Utilizar um blog como ferramenta de Marketing é, hoje em dia, natural, mas a forma como esta ferramenta é empregada pode gerar dúvidas e questionamentos, mas quando seus objetivos são traçados claramente, esta ferramenta de comunicação torna-se imprescindível e traz vantagens para a organização.Há pouco tempo os blogs foram inseridos como uma nova ferramenta de comunicação pelas organizações, a percepção do alcance, da troca de informações e do poder que um blog têm no mundo foram os motivadores para que inúmeras organizações criassem os seus.Ainda assim existem organizações que colocam os blogs nas mãos dos executivos, evitando críticas nos comentários e demonstrando uma empresa infalível, que só produz o que há de melhor e nenhum consumidor ficou instatisfeito.Logicamente os consumidores insatisfeitos criam seus blogs, debatem suas críticas e com isso atingem um público muito maior do que o blog da própria organização, por um fator muito simples, o consumidor busca informações com pessoas que já conhecem o produto e tomam a opinião de amigos para decidir adquirir ou não o produto ou serviço.Mas também existem casos onde o blog é realmente valorizado, criando um canal de comunicação simples, direto e rápido, trazendo o consumidor para “dentro” da organização e transformando-se em uma grande fonte de informações.Permitir que o blog seja uma grande fonte de pesquisas é um dos passos mais importantes para as organizações, imaginar que o público não quer participar do processo de desenvolvimento de novos produtos é uma utopia e aponta uma visão distorcida do mercado.Um dos blogs que atinge seus objetivos é o blog do Pimentel, criado com o objetivo de ampliar o alcance da comunicação entre a Nextel e o seu consumidor.No próprio blog há uma frase que indica claramente seus objetivos, passar ao consumidor as informações que a propaganda não passa, demonstrando que a maior preocupação da Nextel é informar corretamente seus consumidores e receber mensagens com a opinião correta e verdadeira, melhorando continuamente seus produtos.Ainda existe um grande percurso a percorrer com relação aos blogs, especialmente as empresas, pois a comunicação com seus clientes é fundamental, ninguém adquire um produto que não houve falar ou enxerga em uma prateleira.O blog traz a agilidade da internet associada a recepção de mensagens, independente de seu conteúdo, é evidente que o consumidor fiel sempre quer um produto prefeito, que lhe atenda aos desejos e satisfaça-o de forma plena, desta forma é muito sábio aceitar as opiniões de quem realmente determina o sucesso de um produto.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

YouTube lança estratégia de publicidade

Animação ficará colocada na parte inferior da tela do player.A propaganda desaparece em 10 segundos, se o usuário não clicar nela.
O YouTube lança nesta semana sua estratégia de publicidade para vídeos. Em lugar de acrescentar um comercial no começo de cada clipe, o site usará uma animação sobreposta na parte inferior da tela do player de vídeo.

A sobreposição fica exposta por um breve período depois do início do clipe, e convida o usuário a clicar para assistir a um comercial ou trailer em uma nova tela. Caso o usuário não clique sobre o anúncio, ele desaparece em 10 segundos. “A filosofia no YouTube é parte essencial do que fazemos no Google em geral, ou seja, todos os anúncios que servimos precisam oferecer valor ao usuário final”, disse Eileen Naughton, diretora de plataformas de mídia do Google. A iniciativa é uma das estratégias essenciais de seu controlador, o Google, que quer capturar porção ainda maior das verbas publicitárias dedicadas à web. “Nossos parceiros publicitários estão ávidos por usar o YouTube como plataforma de marketing” afirmou a executiva, acrescentando que o novo formato InVideo já conta com 50 anunciantes para o lançamento esta semana.

O Google vem agindo com cautela desde que adquiriu o YouTube por US$ 1,65 bilhão, em novembro passado, interessado em ganhar dinheiro com o uso florescente dos vídeos na internet. A cautela é parte de estratégia para evitar o surgimento entre os internautas de rejeição da publicidade invasiva.

A sobreposição é uma estratégia que já é usada pelas grandes redes de televisão norte-americanas para promover filmes ou programas novos. Mas os limites da mídia eletrônica tradicional não permitem que os telespectadores interajam com esses anúncios como o YouTube permite.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Empresas monitoram redes de relacionamento on-line para melhorar produtos e se aproximar do consumidor


Com o constante aumento de adeptos à rede mundial de computadores no Brasil e no mundo, marcas fortes no mercado procuram as novidades na Internet como forma de estudar o comportamento dos seus consumidores. Comunidades virtuais, fóruns sociais e blogs são os novos meios de comunicação entre empresa e cliente. Mas nem sempre esta comunicação gera bons resultados para as marcas.
Por isso, empresas como O Boticário mapeiam o que as pessoas estão falando sobre a sua marca, seus produtos e serviços em comunidades e fóruns. É o que os especialistas chamam de monitoramento de Buzz Marketing. Desta forma parece mais fácil entender o perfil do consumidor, que no universo virtual apresenta atitudes e hábitos cada vez mais diversificados.
Na Dialeto.net, empresa de soluções para Internet, foi criado o “Personas Digitais” onde é possível traçar o “eco-sistema” do internauta, ou seja, onde ele vive no mundo on-line. Com este recurso, a empresa busca fontes como blogs, fóruns, comunidades, entre outros. Após o eco-sistema ser definido e mapeado, é hora de trazer informações ou comentários sobre a marca ou produto. Estas informações são capturadas através de um dicionário on-line, serão classificadas através de uma ferramenta e podem ser comentadas por funcionários da empresa que contrata os serviços da agência. “A interatividade depende do cliente ou do produto e é feita através de pessoas que podem ou não se identificar como empresa”, diz Renato Abdo (foto), presidente da Dialeto.net, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Boca-a-boca pode gerar fracasso Com a descoberta do poder de propagar dos sites de relacionamento e dos blogs na Internet, empresas se preocupam com a possibilidade de ver suas marcas aparecerem de forma negativa em comunidades e fóruns de reclamações, o que gera um arranhão considerável para uma companhia. Para Abdo, o que vai determinar o sucesso ou fracasso é a estratégia adotada, o conceito usado e até a equipe da empresa destaca para mapear o buzz marketing.
Há, contudo, de se precaver contra campanhas que utilizam este tipo de ferramenta. O Diretor de negócios da E-life, Alessandro Barbosa Lima (foto), diz que o consumidor está vacinado contra o boca-a-boca forjado positivamente para uma marca e afirma que o Buzz Marketing faz com que o consumidor conheça e tenha acesso ao produto ou serviço. A partir daí, se o cliente gostou ou não, foge ao controle da empresa. “Investir em Buzz é um processo sem controle, podendo gerar repercussão positiva, negativa ou nenhuma”, afirma o especialista no assunto.
Por isso é preciso monitorar se existem comentários positivos ou negativos na internet. Em caso de negativo, este comentário tem o poder de machucar uma campanha, devido ao potencial de se espalhar rapidamente na rede. “As pessoas estão usando a Internet como pesquisa antes de comprar um produto. É mais fácil acreditar em outro consumidor do que em uma campanha”, aponta Abdo, da Dialeto.net.
No mundo on-line é muito comum encontrarmos comentários, textos e sites que revelam as fragilidades de empresas, marcas, companhias ou que divulgam um serviço prestado de forma insatisfatória. O que poucos sabem é que esta liberdade de expressão virtual é a matéria-prima para novas ações de marketing.
Ouvindo o consumidorCoordenadora da central de relacionamento com o cliente do Boticário, Ana Júlia diz que tudo o que os consumidores reclamam ou desejam vira uma ação estratégica e conta que a empresa investe em produtos baseado em observações e críticas feitas pelos consumidores também no ambiente virtual. “Temos uma comunidade no Orkut do produto Malbec e trabalhamos em cima dela para divulgar um concurso cultural e a melhoria de produtos”, explica.
O Diretor da E-life, Alessandro Lima, acha que há informações mais interessantes nos blogs e comunidades do que em uma sala de imprensa que obtém a informação oficial. Lima concorda que os comentários podem gerar campanhas, e cita como exemplo o Youtube. “Hoje os consumidores já podem fazer o vídeo-clipe de suas bandas favoritas”, conta.
Buscar na rede virtual tudo o que for publicado sobre uma marca parece um trabalho difícil e demorado. Para evitar o desperdício de tempo nestas buscas, algumas empresas adotam uma ferramenta ou desenvolvem a própria. Na Dialeto.net existe a varredura em busca de comentários positivos e negativos que são classificados e também a abertura de comentários em uma única tela. “Trabalhamos com o fator humano para varrer melhor em sites que não dão acesso às ferramentas”, revela Abdo.
No Boticário, a ferramenta usada é justamente a E-Life e o monitoramento de Buzz. A empresa atua de acordo com a urgência, pois nem todos os comentários ou críticas são passíveis de resposta. “Pegamos o perfil e abordamos por e-mail ou telefone dizendo que monitoramos e gostaríamos de esclarecer o que foi publicado na Internet pelo consumidor”, revela Ana, que também usa o sistema de CRM para ajudar neste trabalho.
Bloqueios dificultam comunicação com públicoMas nem sempre é fácil para a empresa monitorar o que estão falando dela pela Internet. “Hoje o gerente de marketing tem acesso bloqueado a sites como orkut, blogs, entre outros. Antes de contratar (sistemas de monitoramento), as empresas devem desbloquear estes sites, pelo menos para o setor de comunicação e marketing”, garante Alessandro Lima. O Diretor da E-life sabe que para entender o seu consumidor é preciso ter acesso aos milhões de comentários sobre o seu produto ou serviço.
Integrante do Comitê de Relacionamento da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Ana Júlia acredita que a política de privacidade ou segurança das empresas deve ser respeitada, mas para áreas de relacionamento com o cliente, esta é mais uma ferramenta. “Existem novas mídias de comunicação com o consumidor. Para as áreas de comunicação é essencial esta evolução”, diz Ana Júlia.
Para Renato Abdo, o fato de estar trabalhando com o comentário do consumidor permite que o computador e as pessoas se entendam de uma forma melhor e daqui pra frente sejam criados sistemas mais fáceis de entender. “Monitorar é importante porque hoje o consumidor tem vidas on-line”, explica.
Facilitando o exercício da cidadania e fortalecendo a relação de consumo, a tecnologia nos permite interagir com a nova tendência dos consumidores modernos. “O comportamento do consumidor só tende a evoluir e as empresas precisam estar preparadas e com a disposição de se relacionar com estes canais”, completa Ana Júlia.



http://www.mundodomarketing.com.br/2006/ver_reportagens.asp?cod=1850

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Coca-Cola Zero - Supermercado

Nova Propaganda Coca Zero - " Supermercado"

A Coca-Cola Zero dá início a uma nova etapa de sua campanha publicitária no Brasil, com ações que intensificam a relação dos consumidores com o conceito “Por esta você não esperava. O sabor de sempre, zero açúcar”. A marca estréia o filme de 30 segundos “Supermercado”, com veiculação nacional nas principais emissoras brasileiras e uma linguagem que remete às produções cinematográficas de Hollywood – o comercial também terá uma versão com duração de 60 segundos para a internet.
Criado pela agência dinamarquesa Grey Cph e adaptado para o Brasil pela McCann Erickson, o filme leva o conceito do produto ao contexto fantasioso dos filmes de ação. Em um supermercado, um rapaz é surpreendido ao encontrar a ex-namorada com um novo namorado a tiracolo. Inspirado por um gole em uma Coca-Cola Zero, ele entra em transe. Surge então uma mulher maravilhosa, que parece ter saído dos sonhos do rapaz. Com voz sexy, ela pede para que ele escolha o tipo de cobertura que devem levar. Em um desfecho surpreendente, no melhor estilo dos filmes de Hollywood, o rapaz não escolhe: decide levar os dois. E sai por cima com a mulher maravilhosa, deixando a ex para trás.Além do novo filme, a Coca-Cola Zero acaba de lançar um conjunto diversificado de ações em seu site – compreendendo conteúdo viral, como vídeos e trotes telefônicos. Uma campanha publicitária on-line, programada para estrear nos próximos dias, vai divulgar a versão ampliada do filme na web e as demais ações digitais.Na internetA Coca-Cola Zero levou para a web, em seu próprio site (http://www.cocacolazero.com.br/) e em outros territórios virtuais de grande audiência, ações criativas, com forte potencial de viralização, dentro do conceito do inesperado que permeia toda a comunicação da marca.
A mais recente delas é um trote telefônico aplicado pelo humorista Marco Bianchi no SAC de Coca-Cola. Criadas pela agência RMG Connect, as ações de Coca-Cola Zero já se transformaram em febre na internet. No YouTube, os consumidores encontram um usuário que coleciona as melhores pegadinhas de todo o mundo na sua lista de favoritos e prepara suas próprias pegadinhas, feitas com gente de verdade, interagindo com Coca-Cola Zero. Em apenas três semanas, os vídeos já foram vistos mais de 200 mil vezes, entrando para a lista dos 50 mais vistos no mês no YouTube Brasil.Na blogosfera, a marca está presente em um blog especialmente criado para reunir notícias inusitadas publicadas nos jornais. Já na versão brasileira do Flickr, site de compartilhamento de imagens do Yahoo!, a marca criou o “Mundo Zero”, um local especial onde os consumidores podem participar da brincadeira e colocar Coca-Cola Zero nas mais inusitadas situações: dentro de uma cena clássica do cinema, em uma obra-prima das artes plásticas ou mesmo em uma foto de viagem. Todas essas ações estão disponíveis no site de Coca-Cola Zero (http://www.cocacolazero.com.br/).

http://www.portaldapropaganda.com/vitrine/tvportal/2007/08/0047

AUDIÊNCIA DE SITES QUE REÚNEM NOTÍCIAS DE TERCEIROS DISPAROU

Mais uma pesquisa indica que a TV e os jornais estão perdendo público para a internet. Divulgada pelo Shorenstein Center on the Press, Politics and Public Policy, da Harvard University, o estudo conta com dados interessantes sobre a hábitos de consumo de notícias na web.
Segundo a universidade, o tráfego de sites que publicam notícias produzidas por terceiros (como ferramentas de busca ou agregadores de notícias) disparou em 1 ano.Exemplifica com o Digg.com, onde os usuários decidem o conteúdo - saltou de 2 milhões de usuários em abril de 2006 para mais de 15 milhões em abril deste ano. "Nenhum veículo tradicional, nem mesmo os de 'marca' (New York Times, etc) registrou um nível de crescimento nem de longe parecido com este" - comenta o estudo. A pesquisa também chama atenção para o aumento de 8% na visitação aos 'agregadores com atitude', sites que reúnem noticias sob um foco partidário ou ideológico e que tem em media mais de 550 mil visitantes mês.http://www.iabbrasil.org.br/interna.aspx?id_detalhe=857&origem=0