terça-feira, 30 de outubro de 2007

Apple limita a compra de iPhones a dois aparelhos por pessoa

Para evitar o tráfico ilegal do aparelho e preservar suas reservas para o Natal, a Apple não apenas limitará as vendas de seu popular iPhone a dois por pessoas, como também não deixará que os clientes paguem em dinheiro; somente em cartão de crédito (para que as compras possam ser rastreadas). Segundo informações fornecedias pela própria emopresa na semana passada, 25% dos 1,4 milhão de iPhones que foram vendidos nos primeiros três meses após seu lançamento em junho, foram desbloqueados e podem ser usados com qualquer chip.
Mesmo com um acordo de exclusividade com a telefônica AT&T nos Estados Unidos para o iPhone, os hackers geraram um mercado para o desbloqueio do aparelho, especialmente na Europa e na Ásia, onde ainda não está à venda. Os programas piratas permitem que o telefone seja usado com qualquer companhia fora dos Estados Unidos.
Dezenas de iPhones desbloqueados estão à venda no site de leilões eBay, a US$ 500 ou US$ 600. Apple estima que venderá 10 milhões de iPhones até o fim de 2008.

Publicidadeda France Presse, em Nova York

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u340653.shtml

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Como colocar a sua marca no mapa da Internet - o uso de SEO e SEM”

Marketing.Com.Br entrevista André Zimmermann, diretor de operações da Media Contacts Brasil
André Zimmermann debateu o tema “Como colocar a sua marca no mapa da Internet - o uso de SEO e SEM”no evento Web 2.0 Brasil


Por Suzana Pedrinho, editora do Portal Marketing.Com.Br Publicada em 13 de setembro de 2007 às 16h28 - alterado em 20 de setembro

Marketing.Com.BrQual a importância do Search Engine Marketing? Como ele (SEM) pode ser um fator diferencial de uma campanha online?
André Zimmermann: Os buscadores são, hoje em dia, a principal fonte de pesquisa dos consumidores para encontrar informações sobre empresas, produtos e serviços. Se um usuário busca por uma marca em um buscador e não a encontra, a imagem que essa marca tem para este usuário piora significativamente.
Segundo uma pesquisa realizada pela Overture nos Estados Unidos, 90% dos consumidores que vêem um anúncio na televisão e querem saber mais sobre o produto ou serviço anunciado, buscam essa informação nos buscadores. O mesmo acontece com 87% dos consumidores que vêem um anúncio de mídia impressa e querem conhecer mais sobre o produto/serviço anunciado.
Os buscadores representam, portanto, o momento final do processo de tomada de decisão dos consumidores, quando estes pretendem adquirir um produto ou serviço. A presença otimizada em buscadores, nos termos (palavras-chave) diretamente relacionados ao produto ou serviço oferecidos por uma empresa, dão a essa empresa uma grande vantagem competitiva em relação a seus concorrentes e pode fechar o ciclo da comunicação da maneira mais efetiva possível: com a conversão deste potencial consumidor em um cliente.

Marketing.Com. acompanhar os resultados do SEM?
André Zimmermann: Existe uma diferença na forma de medição das ações de Links Patrocinados e de SEO (Search Engine Optimization). As ações de Links Patrocinados podem ser trackeadas do início ao fim, utilizando sistemas avançados de medição, que permitem identificar que palavra, em que buscador gerou a conversão final no site do anunciante. Essa conversão pode ser desde uma simples visita à página web do cliente, até a geração de registros ou vendas no site. Numa campanha de Links Patrocinados é fundamental determinar antecipadamente os objetivos (volume de tráfego, qualidade de tráfego, cadastros, vendas etc) para identificar os indicadores corretos de medição e otimizar as campanhas em função destes indicadores (CPC – Cost Per Click, CPA – Cost Per Action , ROI – Return of Investment etc). Já as ações de SEO têm como objetivo principal melhorar o posicionamento do site do anunciante nos resultados orgânicos (não pagos) dos buscadores. Sendo assim, os principais indicadores de sucesso da campanha são a evolução do posicionamento das palavras-chave selecionadas para o projeto e, principalmente, o incremento do tráfego gerado no site pelos resultados orgânicos em buscadores. Essa última medição pode ser feita pelos sistemas de medição padrão dos sites ou por ferramentas de webanalytics.

Marketing.Com.BrComo integrar ações de SEM e SEO com campanhas offline e online (baseadas em banners e "rich media")?
André Zimmermann: O mais importante para integrar ações de SEM (SEO e Links Patrocinados) com campanhas offline e campanhas online de display é entender que o consumidor é o mesmo e que os impactos que recebe influenciam seu comportamento. Uma conversão gerada através de um buscador muito provavelmente veio influenciada pelo impacto recebido pelo usuário numa campanha de mídia offline ou em ações de display online. O que é preciso fazer, portanto, é medir essa influência e entender qual o caminho que o usuário fez até chegar à conversão para retro alimentar o planejamento. Dessa maneira, podemos ter um cenário onde otimizamos os resultados de conversão nos buscadores, mexendo no planejamento das ações offline e online de display.

Marketing.Com.BrAtualmente quais são os números que movem este mercado?
André Zimmermann: Atualmente temos aproximadamente 80% dos usuários ativos de Internet usando os mecanismos de busca no Brasil. Infelizmente não temos ainda uma fonte fidedigna que meça o investimento em publicidade online no Brasil e que possa identificar a parcela que se dedica aos buscadores. O que se estima é que o investimento em buscadores represente algo em torno de 16% do total de investimento publicitário online, o que ainda está bem longe dos 45% a 50% de mercados mais maduros como Estados Unidos, Reino Unido e Espanha.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Especial Dia das Crianças

A Livraria Saraiva está com um ação especial em seu site para o Dia das Crianças.
Essa ação utiliza linguagens infantis e é bem colorida, chamando a atenção das crianças, porém é voltada para o público adulto, os compradores.
Além de promoções focando a redução dos preços, as compras efetuadas com cartões VISA ganham um brinde.
É uma boa ação de marketing eletrônico, pois o público-alvo tem a opção de comprar pela internet, gerando muito mais conforto e praticidade.

Segue link analisado: http://www.livrariasaraiva.com.br/promo/crianca2007.htm?ID=C90677F77D70A0F0F08210653&PAC_ID=20940

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Tendência

Publicidade no celular ganha força
MMA prevê que investimentos em publicidade no celular atinjam US$ 4 bilhões em 2008
Com 110 milhões de usuários e um índice de penetração de 90% nas classes A e B, a transformação do celular como uma das principais mídias do processo de convergência ocupa cada vez mais espaço no plano de negócios de operadoras, agências e anunciantes. Empresas como UOL, Vivo e Yahoo anunciaram investimentos recentes nesse segmento. A expectativa da Associação de Marketing Móvel no Brasil (AMMB) é que o processo esteja amadurecido em três ou quatro anos. Nos EUA, a Mobile Marketing Association (MMA) prevê que os investimentos em publicidade no celular atinjam US$ 4 bilhões em 2008. A exemplo da internet, que inicalmente provocou perdas na mídia impressa, o celular deverá reduzir receitas das TVs.


Celular radicaliza mudanças no mercado DivulgaçãoCelular como mídia deve movimentar US$ 4 bilhões em 2008 nos EUA

por Welliton Moraes

Aconsolidação do celular como mídia deverá promover mudanças radicais no modelo de negócios do mercado de comunicação, principalmente o publicitário. Estima-se que em três ou quatro anos, os investimentos paraampliar as ferramentas do celular nesse novo modelo de negócios poderão provocar mudanças similares às ocorridas no início da internet. As previsões foram feitas por especialistas que participaram do seminárioNovas Mídias & Interatividade, organizado pelo International Quality & Productivity Center (IQPC). A participação do celular no mercado publicitário brasileiro ainda é minúscula, mas nos Estados Unidos esse segmento deverá atingir US$ 4 bilhões em 2008, segundo dados do Mobile Marketing Association (MMA). Entre os fatores que devem contribuir para essa reestruturação do mercado estão o crescimento acentuado da base de celulares no Brasil que soma mais de 110 milhões de usuários e que cresce a uma média anual de 40%, segundo informou o diretor da Associação de Marketing Móvel do Brasil (AMMB), Fabrício Bloisi. Bloisi listou as características que justificariam a transformação do celular em uma das mídias mais poderosas do mercado no curto prazo. "É uma plataformaportátil que possibilita acesso à internet, ouvir rádio, assistir à TV, falar e enviar dados em qualquer lugar que o consumidor esteja e a qualquer hora", comentou. Ele lembrou que no Brasil a inserção do celular atinge 57% da população. Por segmento social, essa inserção éainda maior. Cresce para 90% na classe A, para 90% na B, para 70% na C e cai para 40% nas classes D e E. "Até 2010, esse mercado estará bem amadurecido e deverá ser o principal meio de acesso à internet",previu. Bloisi comentou também que o mercado brasileiro ainda está na fase de fazer campanhas publicitárias usando principalmente o SMS, mas os meios são diversos e precisam ser entendidos para serem explorados comeficácia. "Do total de usuários brasileiros, perto de 60 milhões utilizam o SMS", calcula. O executivo explica que a cadeia de valor das mídias móveis está mais complexa, indo além das operadoras e fabricantesde aparelhos. "Os produtores, agregadores e integradores de conteúdo, além das agências de publicidade e outras empresas, ganham cada vez maisespaço nessa cadeia", disse. Bloisi também ressalta que os usuários de celular são seletivos e, para que as ações os atinjam de forma eficiente, é preciso que sejam relevantes, claras, tenham uma relação decusto/benefício atraente. Dessa forma, acrescenta o executivo, a participação do celular como mídia, que hoje gira em torno de 8% dareceita das operadoras, pode chegar a 30%. Uma barreira ainda a ser superada pelas operadoras é conseguir a anuência do consumidor para receber publicidade em seu celular. Bloisi informou que, segundo dados de mercado, os índices de aceitação são ainda mais altos quando o cliente recebe em troca serviços gratuitos.O diretor de desenvolvimento de negócios de multimídia da Ericsson, Rodrigo de Santi, lembrou que a mídia impressa foi a que registrou as maiores perdas de receita, quando a internet definiu, com mais solidez,o seu modelo de negócios. "A próxima mídia que deve observar baixas no seu faturamento é a TV", analisa o executivo, para quem a tendência é que nenhum meio de comunicação domine mais a atenção do consumidor atual,que ao mesmo tempo assiste à TV, fala ao celular ou acessa o e-mail.Segundo ele, a valoração das novas mídias está diretamente relacionada aos sentidos que conseguem atingir. "Trabalha-se com muitas experiências. Quanto mais sentidos forem experimentados, maior será o valor percebido", explicou. Ele aposta que as empresas que investirem no que ele chama de três telas - TV, computador e celular - estarão mais inclinadas aoêxito mercadológico.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Anunciantes topariam pagar mais por comercial em TV digital

Eliane Pereira

Possibilidades que se abrem com a digitalização da TV aberta não estão claras, mas marcas estariam dipostas a investir na novidade para marcar posição de pioneirismo e inovação As novas possibilidades que se abrem com a digitalização do sinal da TV aberta foram um dos focos do debate do painel Novos Tempos e Novos Desafios - A Eficácia da Mídia em Mutação, que reuniu no início desta tarde os diretores gerais da Rede Globo, Octavio Florisbal e do portal Terra, Fernando Madeira; os presidentes executivos dos grupos Abril, Giancarlo Civita, e CBM, Daniel Barbará; e o vice-presidente executivo da RBS, Pedro Parente. A verdade é que ninguém sabe ao certo qual modelo de negócios vai se estabelecer com a digitalização do sinal. Octavio Florisbal aposta na diversificação da audiência, graças à recepção do sinal por dispositivos móveis (como celulares) e portáteis (como minitelevisores que podem ser transportados para qualquer lugar). "Só no Japão já foram vendidos cerca de 12 milhões desses aparelhos", conta o executivo da Globo, ao ponderar que será preciso criar novos formatos comerciais para atingir esse telespectador que vai assistir televisão fora de casa. Florisbal acredita numa revitalização do hábito de assistir televisão a partir da melhora da recepção do sinal de TV. Ele lembra que 90% dos brasileiros capta a TV aberta pelo ar e, em muitas localidades, essa recepção é falha. "Se a pessoa puder comprar uma caixa conversora por R$ 300 e, assim, conseguir captar um sinal de qualidade, isso vai oxigenar o hábito de ver TV junto à massa da população", diz Florisbal. "Nosso grande desafio é que temos que fazer um investimento alto na digitalização, antes mesmo de saber como se dará o retorno desse investimento", analisa Parente, da RBS, que também aposta no crescimento da audiência como forma de conquistar novas verbas. Além dos equipamentos de transmissão, as redes terão que aplicar recursos na melhoria dos padrões de produção, visto que a imagem em alta definição torna nítidos todos os detalhes de cenário, figurino e atores. E ainda assim a imagem em alta definição será, pelo menos no início, um privilégio para muito poucos, levando-se em conta os preços dos televisores aptos a reproduzi-la. Mesmo assim, na opinião de Luiz Fernando Vieira, responsável pela área de mídia da Africa, os grandes anunciantes estariam interessados em investir nessas novas tecnologias, para atingir o público de maneira mais inteligente. "Os clientes topariam pagar mais para agregar uma imagem de pioneirismo e inovação para suas marcas", concordou Paulo César Queiroz, da DM9DDB, presente na platéia.